O amor da paixão

É bom falar sobre o amor.

O amor tem diversas prerrogativas.

Há o amor que faz com que as pessoas que se amam estejam sempre juntas.

E há o amor que faz com que as pessoas que se amam, mesmo longe, nunca se separem.

Há o amor que nem sempre está presente nas alegrias de quem é amado, e há o amor que nunca está ausente na dor de quem sofre.

Há o amor que é mais forte do que a morte, e há o amor que leva quem ama até a morte.

Há o amor que não aceita meias medidas, e há o amor que é sem medida.

Há o amor que não se vende, e há o amor que não se rende.

Há o amor que não se cansa, e há o amor que nunca descansa.

Há o amor de quem sofre com quem sofre, e há o amor de quem sofre para que ninguém sofra.

Há o amor que suporta a tudo, e há o amor que suporta a todos.

Há o amor que abraça os amigos, e há o amor que recebe os inimigos.

Há o amor que faz tudo o que Deus pede, e há o amor que faz tudo o que Deus merece.

Se todo e qualquer amor é admirável, existe uma forma que é mais admirável do que todas as demais formas de amar?

E qual seria esta forma?

E a um supremo amor, se junta uma suprema dor!

Se Cristo só pensasse em si e não pensasse em nós… que seria de nós?

Se Cristo só pensasse em se salvar… que esperanças teríamos?

Se Cristo abandonasse o amor pelo tamanho de sua dor… que amor restaria então para as nossas dores?

 

 

:: Mensagem exibida no programa Noite & Cia
Exibição de segunda a sexta-feira, às 22h30, pela Rede Super de Televisão

Fonte: Lagoinha

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