Na 2° posição dos países que mais perseguem o cristianismo, atualmente o Irã passa por grandes transformações políticas que se estendem à cultura iraniana.
Localização: Entre o mar Cáspio e o golfo Pérsico, no Oriente Médio.
Capital: Teerã.
Idioma: persa (oficial), turco, curdo, árabe.
Religião: Islamismo 95,8%, outras 3,9%, sem religião 0,3% (2005).
A religião oficial do país é o islamismo, e os xiitas são a maioria. Existem pequenas minorias de zoroastras, bahaístas, judeus e cristãos. Segundo a lei islâmica, implementada desde a Revolução de 1979, assassinato, adultério, roubo armado, apostasia (ato de mudar de ideia, opinião ou religião) e tráfico de drogas são todos crimes puníveis com pena de morte. A história política dessa época é identificada como um tempo em que a ala mais conservadora toma o poder, já a tirania teocrática dos Aiatolás demonstrou ser mais cruel e corrupta do que o sistema anterior. Apesar disso, os vintes anos que se passaram até que novas transformações na estrutura política do país acontecessem foram fundamentais para que a propaganda anti-cristã e anti-ocidental fizessem com que muitos muçulmanos se abrissem para buscar novas alternativas para o Islã. A expectativa é que em 79 existissem aproximadamente 500 crentes de origem muçulmana, mas aquele número multiplicou-se até o ano 2000, passando para a casa dos 4.000 variando até 20.000, sendo metade deles no Irã.
As características repressoras, injustas, violentas, extremistas, cruéis e privativas da Revolução Islâmica fizeram com que as lideranças conservadoras religiosas e o Islã fossem desacreditados. A reação desses líderes, ainda mais repressiva, restrita e abusiva aos direitos humanos tornou a vida dos iranianos ainda mais difícil, e a expansão do evangelho cada vez mais controlada. Há uma necessidade crescente de uma mudança na política e no governo para que haja respeito aos direitos humanos e uma melhoria na qualidade de vida das pessoas. (mais…)