No país, a igreja é relativamente pequena, mas continua a crescer. Há cerca de 200 mil cristãos, a maior parte pertence a minorias étnicas.
Não houve melhora na liberdade religiosa do país em 2009.
A perseguição no Laos inclui algumas restrições na legislação. A atitude do governo é negativa e restritiva em relação aos cristãos – todos são estritamente vigiados por serem considerados agentes dos EUA para trazer a democracia ao Laos.
A Igreja não pode funcionar livremente e suas atividades sociais são limitadas.
Os cristãos são diminuídos na família e na aldeia. A pessoa que renuncia o culto a espíritos sofre grande pressão social.





