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	<title>Comentários em: Apóstolo Fernando Guillen lança livro na Lagoinha</title>
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		<title>Por: Joaz Louzada da Silva</title>
		<link>http://www.sulgospel.com/apostolo-fernando-guillen-lanca-livro-na-lagoinha/comment-page-1/#comment-1462</link>
		<dc:creator>Joaz Louzada da Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 19:05:35 +0000</pubDate>
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		<description>COMENTÁRIO: Pela segunda vez uso o espaço eletrônico para externar meu pensamento sobre determinado assunto. Além disso, repudio as discussões de menos valia em que pessoas desrespeitam pessoas - imagem e semelhança de Deus - que professam a fé em Cristo, o Senhor da Igreja e Senhor sobre todas as coisas. Posto isso, espero que os autores da matéria acima, bem como os demais, possam ler esse comentário segundo os princípios que devem nos reger, dentre os quais, a humildade e o domínio próprio: características indispensáveis para tal postura.
Bem, as sete parábolas sobre o &quot;Reino dos céus&quot;, proferidas por Jesus, conforme Mateus 13, se interpretadas corretamente, são esclarecedoras, pois revelam profeticamente o que ocorreria a partir daí na esfera da profissão de fé, descrevendo o resultado da presença do Evangelho no mundo durante a dispensação da igreja, ou seja, no período entre os dois adventos de Cristo, ou ainda, entre a “semeadura” (1ª parábola) e a colheita (vs. 40-43).
Quanto à parábola do “fermento” (Mt 13.33), citada pelo Pr. Márcio Valadão, o qual chama a atenção sobre sua ênfase, que segundo ele é: “o desafio de &#039;até ficar tudo levedado&#039;”, necessário se faz alguns esclarecimentos:
1. É um grande equívoco interpretar o fermento dessa parábola como sendo o Evangelho, e que a massa levedada trata-se da benfazeja influência dele na conquista progressiva do “Reino dos céus”, conforme o Pastor expressou no 4º parágrafo: “Que todas as expressões da sociedade sejam impregnadas e transformadas pelo poder do evangelho.” RAZÔES: a) pela “Lei da Primeira Referência” (da Hermenêutica), o fermento, na Bíblia, é maléfico, é impuro, é mal (vide Ex 12.15, 19 e muitos outros textos); b) o próprio Senhor, conforme os Evangelhos Sinóticos, adverte seus discípulos quanto ao fermento dos fariseus e dos saduceus. Vejamos: “E Jesus lhes disse: vede, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus. Então entenderam que não lhes dissera que se acautelassem do fermento de pães, mas da doutrina dos fariseus e saduceus” (Mt 16.6, 12);
2. A interpretação dada pelo Pr. Márcio está coerente com a corrente de pensamento da “Teologia do Domínio”, do pensamento dos Pós-milenistas, do G12, do Movimento de Fé, e de outros. Assim, seus adeptos, à semelhança de Guillen, acreditam que a igreja conquistará o mundo e o preparará para que Jesus reine. &quot;Estamos no tempo mais emocionante da história, onde Deus está levando a Sua Igreja a experimentar a plenitude do Reino dos Céus através de uma Reforma&quot;, diz o apóstolo Guillen. Essa crença contradiz o que Cristo anteviu: assim como o fermento dos fariseus e dos saduceus (suas doutrinas), presente, antes, nos dias de Cristo e depois, foi introduzido no meio do povo que seguia a Cristo, contaminando a fé de muitos, há, hoje, o fermento da Teologia do Domínio; o fermento do Movimento de Fé (de Kenneth Hagin, influenciado por Essek William Kenyon, de Kenneth Hagin Jr., de Kenneth Copeland, de Charles Capps, de Fred Price, de Benny Hinn, de Morris Cerullo, [...] (a lista é enorme e deve incluir n-nomes de brasileiros); o fermento dos pregadores da prosperidade avarenta e presunçosa – sob a capa do direito legítimo da conquista; o fermento da Psicoterapia, da Psicologia, da Psicanálise, como instrumentos legítimos e insubstituíveis de cura da alma e do aconselhamento, em detrimento à Palavra de Deus que é a Verdade; de Cristo que é a Verdade – a Verdade que liberta (Jo 8.32); o fermento do MIR (Ministério Internacional de Restauração), do  Apostolic Council of Prophetic Elders (Concílio Apostólico de Anciãos e Profetas), fundado em 1999 em Palm Springs, cujo “Apóstolo principal é o Dr. Peter Wagner, também o fundador do “Ministério da Colheita Global” (foi desse meio que surgiu a ilegítima ideia de restaurar o ministério quíntuplo (o apostolado). Não posso deixar de afirmar que esse foi um grande erro, pois não tem respaldo nas Escrituras (Novo Testamento), antes, esse ideal se alinha com a postura do papado (apostolado da igreja católica romana), bem como com a dos mórmons. Assim, considerando o apostolado como tal, ele, necessariamente, está incluso na lista dos fermentos. Para refutar a ideia do apostolado nos nossos dias, basta um argumento: todos os apóstolos foram enviados diretamente por Cristo, tendo sido, eles, suas testemunhas oculares. Para quem pensa que Paulo é uma exceção segue a transcrição de parte do que esse legítimo Apóstolo disse quando da defesa de seu ministério apostólico: “Não sou eu apóstolo? Não sou livre? Não vi eu a Jesus Cristo Senhor nosso? Não sois vós a minha obra no Senhor?” (1 Co 9.1, grifo meu). 
OBS.: Finalizando, quero apenas pontuar a seguinte consideração: o badalado “ministério profético”, cuja ideia e prática, também recebeu uma re-siginificação, inclusive ante-bíblica, o que fomentou uma banalização geral. Vejamos: “Quando alguém fala, expressando sua fé, seus pensamentos e expressões verbais positivos produzem uma força que irá curar, proporcionar riqueza, trazer sucesso, influenciar o ambiente.” (“O poder das palavras”) é a essência do pensamento desses novos profetas. 
Joaz Louzada da Silva</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>COMENTÁRIO: Pela segunda vez uso o espaço eletrônico para externar meu pensamento sobre determinado assunto. Além disso, repudio as discussões de menos valia em que pessoas desrespeitam pessoas &#8211; imagem e semelhança de Deus &#8211; que professam a fé em Cristo, o Senhor da Igreja e Senhor sobre todas as coisas. Posto isso, espero que os autores da matéria acima, bem como os demais, possam ler esse comentário segundo os princípios que devem nos reger, dentre os quais, a humildade e o domínio próprio: características indispensáveis para tal postura.<br />
Bem, as sete parábolas sobre o &#8220;Reino dos céus&#8221;, proferidas por Jesus, conforme Mateus 13, se interpretadas corretamente, são esclarecedoras, pois revelam profeticamente o que ocorreria a partir daí na esfera da profissão de fé, descrevendo o resultado da presença do Evangelho no mundo durante a dispensação da igreja, ou seja, no período entre os dois adventos de Cristo, ou ainda, entre a “semeadura” (1ª parábola) e a colheita (vs. 40-43).<br />
Quanto à parábola do “fermento” (Mt 13.33), citada pelo Pr. Márcio Valadão, o qual chama a atenção sobre sua ênfase, que segundo ele é: “o desafio de &#8216;até ficar tudo levedado&#8217;”, necessário se faz alguns esclarecimentos:<br />
1. É um grande equívoco interpretar o fermento dessa parábola como sendo o Evangelho, e que a massa levedada trata-se da benfazeja influência dele na conquista progressiva do “Reino dos céus”, conforme o Pastor expressou no 4º parágrafo: “Que todas as expressões da sociedade sejam impregnadas e transformadas pelo poder do evangelho.” RAZÔES: a) pela “Lei da Primeira Referência” (da Hermenêutica), o fermento, na Bíblia, é maléfico, é impuro, é mal (vide Ex 12.15, 19 e muitos outros textos); b) o próprio Senhor, conforme os Evangelhos Sinóticos, adverte seus discípulos quanto ao fermento dos fariseus e dos saduceus. Vejamos: “E Jesus lhes disse: vede, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus. Então entenderam que não lhes dissera que se acautelassem do fermento de pães, mas da doutrina dos fariseus e saduceus” (Mt 16.6, 12);<br />
2. A interpretação dada pelo Pr. Márcio está coerente com a corrente de pensamento da “Teologia do Domínio”, do pensamento dos Pós-milenistas, do G12, do Movimento de Fé, e de outros. Assim, seus adeptos, à semelhança de Guillen, acreditam que a igreja conquistará o mundo e o preparará para que Jesus reine. &#8220;Estamos no tempo mais emocionante da história, onde Deus está levando a Sua Igreja a experimentar a plenitude do Reino dos Céus através de uma Reforma&#8221;, diz o apóstolo Guillen. Essa crença contradiz o que Cristo anteviu: assim como o fermento dos fariseus e dos saduceus (suas doutrinas), presente, antes, nos dias de Cristo e depois, foi introduzido no meio do povo que seguia a Cristo, contaminando a fé de muitos, há, hoje, o fermento da Teologia do Domínio; o fermento do Movimento de Fé (de Kenneth Hagin, influenciado por Essek William Kenyon, de Kenneth Hagin Jr., de Kenneth Copeland, de Charles Capps, de Fred Price, de Benny Hinn, de Morris Cerullo, [...] (a lista é enorme e deve incluir n-nomes de brasileiros); o fermento dos pregadores da prosperidade avarenta e presunçosa – sob a capa do direito legítimo da conquista; o fermento da Psicoterapia, da Psicologia, da Psicanálise, como instrumentos legítimos e insubstituíveis de cura da alma e do aconselhamento, em detrimento à Palavra de Deus que é a Verdade; de Cristo que é a Verdade – a Verdade que liberta (Jo 8.32); o fermento do MIR (Ministério Internacional de Restauração), do  Apostolic Council of Prophetic Elders (Concílio Apostólico de Anciãos e Profetas), fundado em 1999 em Palm Springs, cujo “Apóstolo principal é o Dr. Peter Wagner, também o fundador do “Ministério da Colheita Global” (foi desse meio que surgiu a ilegítima ideia de restaurar o ministério quíntuplo (o apostolado). Não posso deixar de afirmar que esse foi um grande erro, pois não tem respaldo nas Escrituras (Novo Testamento), antes, esse ideal se alinha com a postura do papado (apostolado da igreja católica romana), bem como com a dos mórmons. Assim, considerando o apostolado como tal, ele, necessariamente, está incluso na lista dos fermentos. Para refutar a ideia do apostolado nos nossos dias, basta um argumento: todos os apóstolos foram enviados diretamente por Cristo, tendo sido, eles, suas testemunhas oculares. Para quem pensa que Paulo é uma exceção segue a transcrição de parte do que esse legítimo Apóstolo disse quando da defesa de seu ministério apostólico: “Não sou eu apóstolo? Não sou livre? Não vi eu a Jesus Cristo Senhor nosso? Não sois vós a minha obra no Senhor?” (1 Co 9.1, grifo meu).<br />
OBS.: Finalizando, quero apenas pontuar a seguinte consideração: o badalado “ministério profético”, cuja ideia e prática, também recebeu uma re-siginificação, inclusive ante-bíblica, o que fomentou uma banalização geral. Vejamos: “Quando alguém fala, expressando sua fé, seus pensamentos e expressões verbais positivos produzem uma força que irá curar, proporcionar riqueza, trazer sucesso, influenciar o ambiente.” (“O poder das palavras”) é a essência do pensamento desses novos profetas.<br />
Joaz Louzada da Silva</p>
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