A Retrospectiva do que foi o Congresso Nacional dos 7 Montes.

Publicado por SulGospel na Categoria - Noticias Dia23 Jun 2009 As 11:08pm

E os Montes foram abalados
Em suma, a retrospectiva em tom de balanço do que foi o Congresso Nacional dos 7 Montes, sediado pela nossa igreja

A julgar por tudo que aconteceu durante os quatro intensos dias de sua realização – de 16 a 19 de junho –, o Congresso Nacional dos 7 Montes foi muito mais que apenas um evento. Foi o conclamar profético para uma grande mobilização em prol da urgentíssima necessidade de a Igreja partir para além das suas quatro paredes rumo à conquista para o Reino das significativas esferas da sociedade, estrategicamente mapeadas: Artes & Entretenimento; Mídia & Comunicação; Governo & Política; Economia & Negócios; Educação & Ciência; Família; Igreja & Religião. Sete ao todo. São os assim chamados “7 montes da sociedade”.

Para cada uma dessas esferas ou segmentos da sociedade – ou como queiram, os “7 montes” –, abordou-se temas específicos no contexto, tendo como preletores convidados o Apóstolo Didier Muñoz (do Chile), o Profeta Jhonny Elow (EUA), a Profetiza Landa Cope (EUA), o pastor JB Carvalho (de Brasília), o Bispo Robson Rodovalho (também de Brasília), a Especialista em Educação, Cida Mattar (de Belo Horizonte, MG) e a Pastora Ezenete Rodrigues (de Belo Horizonte, MG), do Ministério Restaurando Vidas da Igreja Batista da Lagoinha e também responsável pela cobertura de intercessão de todo o evento. A própria Igreja Batista da Lagoinha foi a anfitriã do evento. As honras da casa ficaram por conta dos Apóstolos Márcio Valadão, pastor-presidente da igreja, e Fernando Guillen, coordenador do Congresso Nacional dos 7 Montes. Tanto Márcio quanto Guillen também ministraram no evento. O louvor e a adoração ficaram por conta dos ministros e ministérios André Valadão, Nívea Soares, coral El Shamah, Gupo Mudança (todos da Lagoinha), Ministério Fluir (da Igreja Batista Solidária de Belo Horizonte), entre outros.

Acerca da abordagem e dos contornos dados a cada um dos “montes” ou segmentos da sociedade mencionados pelos ministros preletores, o tom foi um só: o de alerta para a urgente necessidade de todos ocuparem seus postos como Igreja e Cristo na Terra, agindo em testemunho e caráter cristãos, a fim de transformar toda uma sociedade: seja o bairro, a cidade, o Estado, o país e o mundo. Não faltaram dados e estatísticas para o embasamento e o endosso de tal alerta. Visto que sob a liderança parece pesar a maior responsabilidade, muito do que foi ministrado foi endereçado quase que exclusivamente a eles. Até mesmo porque estavam em peso no evento. A bandeira em punhos também foi uma só: a da causa do Reino, e não a da causa própria.

O grande mover sobre o congresso também foi o do quebrantamento e arrependimento, visto que por décadas – pra não dizer gerações e séculos –, a Igreja parece ter sido negligente e omissa em não se fazer presente em cada um desses “montes” da sociedade, por achar talvez que isso fosse pecado ou mesmo que tais esferas pertencessem somente ao reino das trevas, esquecendo ela que justo por não ter agido é que as trevas tomaram das mãos da Igreja aquilo que Deus lhe outorgou e entregou somente a ela mesma: a chave do Reino, para a conquista de cada um desses “montes” da sociedade. “Jesus pagou a nossa dívida de pecado. E a Igreja tem uma dívida a ser paga”, diz o apóstolo Márcio Valadão. “Como Igreja, não temos focalizado a necessidade de conquistar, pagar essa dívida. Se não tivermos essa compreensão, vamos nos perder e seremos apenas uma religião. E a nossa fé não é uma religião, mas a expressão da intimidade com Deus, que nos leva a conquistar os ‘montes’ da sociedade, vendo todos se rendendo a Cristo”. Márcio então finaliza: “A conquista dos ‘montes’ deve ser simultânea, sendo cada um de nós imitadores de Cristo. Conquistemos todos os reinos, para a glória de Deus”.

O apóstolo Guillen é unânime com Márcio Valadão. Ele afirma: “A ‘Grande Comissão’ começou na Criação, quando Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. Deus manda que o homem domine sobre a Terra. E os ‘7 Montes’ deve estar sob esta perspectiva. É uma representação de Deus, do seu Reino. E esse homem deve ser a extensão do Reino na Terra. Leve o Evangelho a todos os lugares”.

De fato, a julgar por tudo que aconteceu no decorrer de todo o Congresso Nacional 7 Montes, tudo fora promissor e profético. Cada ato, gesto, palavra, oração. Enfim. Sinal de que todos parecem ter entendido muito bem o recado dado. É hora de partir rumo a cada um dos montes: Artes & Entretenimento; Mídia & Comunicação; Governo & Política; Economia & Negócios; Educação & Ciência; Família; Igreja & Religião.

::Por Marcelo Ferreira

Fonte: Lagoinha

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